click afiliados

Mostrando postagens com marcador Antigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Antigos. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de agosto de 2011

Romi-Isetta comemora 55 anos com encontro de colecionadores

Esse foi o primeiro carro de fabricação brasileira

Em 1956 era lançado o primeiro carro fabricado em série no Brasil, o Romi-Isetta. No mês que vem, data do aniversário desse brasileiro, a indústria Romi S.A. promoverá o 3º Encontro Nacional de Romi-Isettas, em Santa Bárbara d´Oeste, para comemorar os 55 anos do modelo.

O encontro de colecionadores, que acontecerá no dia 3 de setembro, irá reunir 55 Romi-Isetta de colecionadores de todo o país, fazendo uma alusão a idade de lançamento do aniversariante.

A comemoração e exposição dos modelos começará às 9h, na Fundação Romi, localizada na Av. Monte Castelo, em Santa Bárbara D´Oeste, interior de São Paulo. A entrada é gratuita.

O Romi-Isetta foi fabricado no Brasil até 1961. Por aqui, foram produzidos cerca de 3 mil modelos. O carro é um compacto, de porta frontal única, e com espaço para transportar 2 adultos e 1 criança. 




FONTE: Quatro Rodas

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Fiesta completa 35 anos e é reestilizado

Compacto da Ford recebeu leve retoque; modelo supera 15 milhões de unidades

Editora Globo
A primeira geração do Fiesta (1976) lado a lado com o New Fiesta de sexta geração (2009)

O Ford Fiesta completou 35 anos de produção em junho e, no mês passado (julho), superou a marca de 15 milhões de unidades produzidas. Para celebrar os dois feitos, a montadora norte-americana promoveu uma leve reestilização da sexta geração do compacto na Europa. Grade frontal, para-choques e seções dos faróis de neblina foram refeitos, mas as mudanças são tão sutis que é preciso um olhar atento para notá-las.

De acordo com a Ford, a nova geração do Fiesta – uma à frente do similar nacional produzido em Camaçari, na Bahia – é a grande responsável pela superação das 15 milhões de unidades. O modelo já soma mais de um milhão de unidades em apenas 28 meses de produção. Atualmente, o New Fiesta é montado em Valência (Espanha), Colônia (Alemanha), Nanjing (China), Rayong (Tailândia) e Cuautitlán (México).

sábado, 30 de julho de 2011

Relembre do BMW CS

PRECURSOR DO SÉRIE 6, O CUPÊ COMEÇOU AGRADANDO PELO DESIGN, MAS GANHOU FAMA AO VIRAR UM ÍCONE DAS PISTAS - E DA PINTURA

BMW CS
Os anos 60 marcaram a aurora da era atual da BMW. Foi nessa época que surgiram clássicos como o 1500 "Neue Klasse" (1962), o compacto 2002 (1968) e um cupê esportivo que faria história, o 2800CS (1968), projetado para enfrentar os similares da Mercedes-Benz.

Seu desenho básico era o mesmo de 2000C e 2000CS, de 1965, com carroceria Karmann. Porém os faróis horizontais destes, bem separados da tradicional grade em formato de rins, deram lugar aos duplos circulares, embutidos numa ampla grade horizontal. A frente e a traseira em perfil "tubarão", inclinadas nas extremidades, foram preservadas.

No entanto, mais importante que o novo visual, o que encantava era seu seis-cilindros em linha - dois a mais que nos 2000, com motores 2.0 de 100 ou 120 cv. A chegada do 2800CS, com um 2.8 de 170 cv em 1968, marcava o nascimento de um mito. Com forma e conteúdo alinhados, a BMW começava a escalada de potência que eternizaria o projeto.

O modelo ao lado é um BMW 2800CS (geração E9), de 1971, da última safra da versão. Nele, sobra espaço para as pernas na frente e falta atrás. As colunas finas facilitam a visibilidade, embora o longo capô dificulte um pouco as manobras. Em velocidades altas, a direção passa segurança e precisão. Sentem-se os impactos da pista sem exagero. Os engates do câmbio manual são precisos, curtos e fáceis. Um pouco arisco em primeira, o motor é progressivo e dócil nas marchas superiores, sempre com disposição de sobra. "O velocímetro em milhas às vezes é um problema. Facilmente se atinge velocidade superior à que se imagina", diz seu dono.

Ainda em 1971 foi apresentada uma nova evolução, cujo nome mudou para 3.0CS, com 180 cv. Com a injeção eletrônica Bosch opcional, o motor podia chegar a 200 cv - e empurrá-lo a 213 km/h. A suspensão dianteira também foi retrabalhada. De olho nas corridas, a BMW criou uma versão com peso menor, com portas e painéis da carroceria que trocavam o aço por uma liga mais leve, além de um motor de saltou de 2 985 para 3 003 cm3 (só para estar apto a competir), batizada de 3.0CSL (o "L" significava leve). Foi ela a responsável pela lenda em torno do modelo.

Para correr nas pistas, o 3.0CSL chegaria a preparações de quase 500 cv até 1976, inclusive com turbo. Recursos aerodinâmicos, como spoilers e aerofólios exagerados, explicam seu apelido Batmóvel. Como ao menos 500 unidades deveriam ser de rua para ele ser homologado para corridas, a BMW os vendia como kits para serem instalados se o dono quisesse.

Mas nem tudo eram cavalos e velocidade após a crise do petróleo de 1973. A versão 2.5CS de 150 cv veio em 1974 como opção mais comedida. No entanto, isso não apagou o mito em torno do 3.0CSL, que se encerrou em 1975, mas continuou vivo com a homenagem de artistas, que o transformaram em quadros ambulantes (leia ao lado). Hoje o legado de cupês de alto padrão vive na figura do atual Série 6.



ARTEIRO

Hervé Poulain pediu ao amigo e artista Alexander Calder que pintasse seu BMW 3.0CSL (foto) para correr em Le Mans em 1975. Daí, a BMW pensou na sua Art Car Collection, que incluía um CSL pintado em 1976 por Frank Stella. Na coleção, havia até um BMW pincelado por Andy Warhol.




FONTE: Quatro Rodas

‘Carro Fantasma’ será leiloado nos Estados Unidos

O Pontiac Deluxe Six 1939, também conhecido como ‘Ghost Car’ (Carro Fantasma), será um dos 70 automóveis leiloados neste sábado (30) durante o Concours d’Elegance, em Detroit, nos Estados Unidos. Com carenagem de acrílico (transparente), o ‘Ghost Car’, que custou US$ 25 mil (R$ 38.850) para ser construído, deve ser arrematado por um valor entre US$ 275 mil (R$ 427 mil) e US$ 475 mil (R$ 738 mil).

O Pontiac Deluxe Six 1939 foi fabricado para a Feira Mundial de Nova York 1939/1940 (Foto: AP)
O Pontiac Deluxe Six 1939 é equipado com de seis cilindros de 85 cavalos de potência e transmissão manual de três velocidades. Ele foi construído em para a Feira Mundial de Nova York de 1939/1940 e tem apenas 144 km, já que não podia trafegar pelas rodovias.






Fonte Auto Esporte G1

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Relembre do Chevrolet Monza S/R

Mais que o visual esportivo, o hatch diferencia-se pelas alterações mecânicas 


Chevrolet Monza S/R
Ao fim do ano-modelo 1980, o Opala SS teve sua produção encerrada e deixou saudades. Já sem Ford Maverick GT e Dodge Charger R/T, o mercado brasileiro de esportivos de série passou a dispor apenas de modelos médios, como VW Passat TS e Ford Corcel GT, e compactos com esportividade mais no visual que na essência, como o Fiat 147 Rallye. Os anos trataram de confirmar essa tendência, com a chegada do Ford Escort XR-3 e do VW Gol GT de 1984. A estreia do Monza S/R para 1986 reafirmava essa tradição.

Com quatro anos de mercado, o Monza hatch andava ofuscado pelo sedã, que era oferecido nas versões duas e quatro portas. Com o S/R, o hatch conquistava seu lugar ao sol com um visual diferenciado das versões mais simples. Faróis de milha, spoiler dianteiro, para-choques pretos com friso vermelho (e uma larga faixa mantendo o padrão nas laterais), rodas de liga leve com desenho exclusivo, retrovisores da cor do carro e aerofólio. Ele também foi o primeiro nacional a ter lanterna de neblina. Por dentro os bancos eram Recaro e a grafia dos instrumentos, vermelha. Vidros e retrovisores externos eram elétricos. Graças a um carburador de corpo duplo e um novo coletor de admissão, o S/R rendia 10 cv a mais que os demais Monza, 106 cv no total.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Relembre o lançamento do Fiat 147

Pequeno por fora e grande por dentro, carro cativou os brasileiros

Em 2011, a Fiat completa 35 anos de presença no Brasil. Atual líder do mercado, a empresa italiana nem sempre desfrutou da posição confortável que ocupa hoje.
Quando se instalou na cidade mineira de Betim, a Fiat era pouco conhecida pelo motorista brasileiro, que já tinha se acostumado com a onipresença do VW Fusca. Mas, com o tempo, outro compacto de origem europeia virou presença constante nas ruas daqui.
O Fiat 147 ainda tinha cheiro de novidade quando foi testado por QUATRO RODAS, em outubro de 1976. Na época, o jornalista Claudio Carsughi rodou mil quilômetros ao volante do simpático carro, que foi testado em diversas condições.
Depois de guiar o 147, Carsughi teceu elogios ao desempenho (“razoavelmente veloz na estrada”) e ao bom espaço interno (“quatro pessoas se acomodam em boas condições de conforto e até mesmo cinco, já então sem muito conforto”). O nível de segurança também foi ressaltado na reportagem.
A primeira reestilização foi feita em 1980, deixando o capô mais aerodinâmico e trocando os faróis por um conjunto de formas retangulares. Nos anos seguintes, o 147 constituiu família e ganhou versões picape, furgão, perua (Panorama) e sedã (Oggi). Antes de sua aposentadoria, o 147 ainda passaria por outro facelift e ganharia uma versão mais luxuosa – chamada de Spazio. O Uno tomaria o lugar do 147, herdando o carisma do carro que apresentou a Fiat aos brasileiros.




FONTE: Quatro Rodas

sábado, 23 de julho de 2011

Ferrari lendária busca recorde em leilão

Exemplar raro do roadster 250 Testa Rossa Prototype estará em Pebble Beach

   Divulgação
Protótipo do lendário roadster 250 Testa Rossa pode estabelecer novo recorde em leilões

Quanto vale uma Ferrari clássica e rara? Se depender dos magnatas frequentadores de Pebble Beach, muitos milhões. Em 2009, um exemplar da Ferrari 250 Testa Rossa de 1957 estabeleceu recorde ao ser arrematado por mais de US$ 12 milhões. Agora, outra unidade do lendário roadster será colocada à venda em leilão.

O modelo estará no tradicional encontro californiano anual de carros antigos Pebble Beach Concours d'Elegance, marcado para os dias 20 e 21 de agosto. E a Gooding & Company já projeta um novo recorde. David Gooding, presidente da empresa que restaurou o 250TR Prototype, não quis palpitar sobre cifras, mas afirmou que, se vendido, o exemplar será o mais valioso carro de todos os tempos em um leilão.

Segundo David, a unidade é um protótipo do 250 Testa Rossa construído em 1957, pouco antes de o roadster ganhar produção. O modelo guarda um poderoso bloco V12 sob seu comprido capô, usa eixo traseiro De Dion e está configurado na “mão inglesa” – com o volante à direita. Sua estréia foi na mítica pista de Nürburgring.




FONTE: Auto Esporte

Lamborghini idealizado por Giorgetto Giugiaro é criado 50 anos depois

Um conceito baseado em um desenho do famoso designer italiano de carros Giorgetto Giugiaro feito há 50 anos para a Lamborghini está exposto no estúdio do artista, em Turim. O carro nunca chegou a ser produzido, mas, segundo o site "Car Design News", se tornou um modelo em tamanho real pelas mãos do filho de Giugiaro, Fabrizio. A ideia dele foi presentear o pai em seu aniversário de 70 anos.
Eleito designer de carros do século, em 1999, Giugiaro trabalhou nos famosos estúdios Bertone e na Ghia, assinando projetos que se tornaram ícones da história da indústria automotiva, incluindo Ferraris, Maseratis, BMWs e modelos populares como os primeiros Volkswagen Passat e Golf. É dele também o design do DeLorean DMC-12, que ficou conhecido como a máquina do tempo dos filmes "De volta para o fururo".
lamborghini giugiaro (Foto: Reprodução/Car Design News)Modelo idealiado por Giugiaro é exposto no estúdio do designer (Foto: Reprodução/Car Design News)
O Lamborghini idealizado por um jovem Giugiaro foi proposto à marca nos anos 60, quando a Lamborghini, que até então fazia tratores, decidiu começar a fabricar carros esportivos, para concorrer com a Ferrari. Na época, diversos estúdios enviaram seus projetos, como Pininfarina, Ghia, Vignale e Michelotti. O escolhido foi o da Carrozzeria Touring, com o 350 GT, baseado no trabalho do então designer da Bertone e colega de Giugiaro, Franco Scaglione.


FONTE: Auto Esporte G1

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Chamonix volta a produzir réplicas de Porsche

Empresa paralisou suas atividades em 2010 devido a queda nas exportações para os EUA




Foto: divulgação
Chamonix 356 Speedster
A Chamonix está volta! A tradicional fabricante brasileira de réplicas de antigos modelos Porsche agora e dirigida pela A+Auto, que mudou o nome da marca para Chamonix New Generation. A empresa foi obrigada a suspender suas atividades em agosto de 2010 devido a queda brusca de suas exportações, em especial para os Estados Unidos, que ainda sentia com mais força os efeitos da crise econômica mundial de 2008.
Sob nova direção, a fabricante retomará em breve a produção de seus produtos na mesma fábrica em Jarinu (SP), onde continuarão em produção as réplicas 550, Super 90 e o 356 Speedster. Todos os modelos remetem aos carros da Porsche produzidos na década de 1950. Os três veículos contam com mecânica Volkswagen, incluindo motores flex.

FORD BELINA

Bonita, espaçosa e com boa estabilidade, a perua tinha tarefa de encarar a Variant, da VW 


Ford Belina
Depois do impacto do lançamento do Corcel quatro portas no final de 1968 e logo em seguida do modelo cupê, criou-se uma expectativa em torno do que viria a seguir. A aparição só se deu em março de 1970, quando a Belina chegou ao mercado. Essa demora deu origem a boatos: uma parte do povo dizia que a Ford esperava o lançamento da VW Variant antes de colocar a Belina nas lojas. Outros juravam que a engenharia estava apanhando da tração dianteira por conta do maior peso atrás. Especulava-se até a possibilidade de a Belina sair com tração traseira...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Galaxie-Landau 1977 vira peça de museu

O clássico estará no Museu Histórico de Garulhos


É raro, mas ainda, com sorte, é possível encontrar um Galaxie-Landau exposto por ai. Mais que beleza e imponência, esse Ford marcou um período da história do Brasil: já foi carro oficial de presidente e prefeituras na década de 80.

Pensando na importância histórica desse modelo, um Galaxie-Landau preto, ano 1977, foi restaurado para virar peça do Museu Histórico de Garulhos. O carro foi o veículo oficial da cidade, transportando por anos prefeitos e filhas de funcionários da prefeitura no dia do casamento.  
Depois de ser aposentado, o carro foi esquecido pelo município e chegou a ser considerado sucata. No ano passado, mais de 30 anos após a chegada do Landau na cidade, o veículo começou a ser restaurado. 




click afiliados