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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Comparativo: Chery QQ e Daewoo Matiz: qual é qual?

Compacto chinês é um espelho do coreano que chega em breve. Leva a cópia ou espera o original?

Lado a lado, é difícil identificar qual é qual. Chery QQ e Daewoo Matiz são tão parecidos que a General Motors(dona da coreana Daewoo) mantém uma ação na China contra a Chery, sobre plágio. Segundo a empresa, ambos possuem “carrocerias, design e componentes fundamentais idênticos”. Para provar a tese, instalaram a porta de um no outro sem nenhum problema, evidenciando que se tratava de produto copiado não apenas na forma, mas também nas dimensões. Nem precisavam ter tido tanto trabalho. Basta olhar um e outro para ver que eles têm muito mais semelhanças que diferenças.

O estilo do Matiz (posteriormente adotado pelo QQ) foi desenvolvido originalmente por Giorgetto Giugiaro para o conceito Lucciola, protótipo baseado no Fiat 500, e que não foi aproveitado pela marca italiana. Daí o visual simpático de ambos, com seus faróis arredondados que realmente remetem ao Fiat 500, especialmente quando vistos de relance. Já a traseira é mais convencional, e lembra modelos como o antigo Subaru Vivio, que chegou a ser vendido no Brasil no começo dos anos 90.

sábado, 23 de julho de 2011

Comparativo: Chery QQ x Fiat Mille

Ao desembarcar por aqui em maio passado, o Chery QQ mexeu com a concorrência, assumindo o posto de automóvel mais barato do Brasil. Dois meses e um reajuste de R$ 1.000 depois, o chinês com cara de desenho animado foi ‘destronado’ pelo experiente Fiat Mille, que retomou a posição de mais em conta do país. Enquanto Chery e Fiat travam batalha de preços, o G1 mostra como fica a briga no quesito desempenho, entre outros. Os dois veículos foram avaliados no perímetro urbano e em rodovias de São Paulo.
cherry qq fiat mille (Foto: Daigo Oliva/G1)
Com versão única, Chery QQ parte de R$ 23.990; Fiat Mille Economy começa em R$ 23.490, para duas portas, e R$ 25.350, para quatro portas (Foto: Daigo Oliva/G1)
Quatro e duas portas
Produzido do outro lado do mundo, o QQ – que em chinês significa ‘fofinho’ – parte de R$ 23.990, enquanto o Mille Economy,  fabricado em Betim (MG), é R$ 500 mais em conta, na versão duas portas. No entanto, como o objetivo era confrontar versões mais próximas possíveis, já que o QQ só existe com quatro portas, a opção do Fiat levada em conta neste embate é também a quatro portas. Ela custa R$ 25.350 –R$ 1.360 a mais que o Chery.  De qualquer forma, as versões de entrada do Mille Economy,  seja com duas ou quatro portas, apresentam o mesmo nível de equipamentos, mesmo motor e dimensões.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Chery QQ deixa de ser o carro mais barato do Brasil

Após reajuste de 1.000 reais do QQ, o Fiat Mille voltou a ser o mais econômico
A Chery fez muito barulho ao lançar em abril o QQ, carro que à época era o mais barato do Brasil mesmo oferecendo opcionais como freios ABS, airbag duplo, travas e vidros elétricos, sensor de estacionamento, som com CD e USB, ar condicionado e direção hidráulica. Cerca de quatro meses depois, no entanto, o carro sofreu um reajuste de 1.000 reais e passou a custar 23.990 reais.

A decisão da montadora chinesa fez com que o Fiat Mille Economy, que sai por 23.490 reais, recuperasse o posto de mais econômico do país. A seu favor, a Chery ainda pode argumentar que o QQ é muito mais rico em acessórios que o Mille. Mesmo se gastar mais 5.000 reais, o dono do Mille não poderá instalar o mesmo número de opcionais em seu veículo.

Por outro lado, o Mille bate facilmente o QQ em espaço interno e de porta-malas. O tanque de combustível de apenas 35 litros compromete a autonomia do veículo chinês. A Chery também não desenvolveu um motor flex, o que obriga o QQ a rodar apenas com gasolina.

A segurança e o conforto são outros itens do QQ que costumam ser questionados. Do estofamento ao câmbio, nada parece deixar o motorista bem à vontade para dirigir. Já o quesito segurança é um ponto sensível a qualquer veículo chinês. Em 2006, o QQ passou por um crashtest no padrão europeu e o resultado foi desalentador. A Chery defende que reforços estruturais foram feitos desde então. Como o veículo ainda não passou por teste semelhante, não se sabe até que ponto as promessas foram cumpridas.

Já o Uno Mille tem o design como principal ponto fraco. O carro, um campeão de vendas, chegou ao Brasil na década de 1980 e desde então mantém as famosas linhas retas. O Mille atrai principalmente quem tem pouco dinheiro e não está disposto a gastar mais em um automóvel. Os custos de manutenção são baixos e a depreciação também é uma das menores do país. Por fim, a ampla rede de concessionárias garante ao Mille maior facilidade de manutenção em relação ao QQ.




FONTE: Quatro Rodas

terça-feira, 19 de julho de 2011

Chery lança pedra fundamental de fábrica no Brasil

Planta será erguida na cidade paulista de Jacareí

A Chery inaugurou nesta terça-feira, 19 de julho, a pedra fundamental de sua primeira fábrica no Brasil. Localizada em Jacareí, no interior de São Paulo, a planta será a primeira fora da China a realizar todos os processos de produção de veículos, e não apenas a montagem das peças – conhecido como regime CKD, ou Completely Knocked-Down.
Segundo a empresa, serão investidos 400 milhões de dólares na nova fábrica, que deve ser inaugurada em 2013. A Chery estima que a fábrica produzirá até 150 mil veículos por ano, sendo que de 80% a 85% deste volume será voltado para o mercado interno. Segundo o CEO da Chery Automobile, Yin Tongyue, o índice de nacionalização dos veículos será, inicialmente, de 30%, podendo chegar a até 50%.
A montadora diz que serão criados aproximadamente 1.200 novos empregos diretos já no início das produções, podendo chegar a até quatro mil empregos com a capacidade máxima produtiva.

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